Monday, June 18, 2007

Obrigado*

Agradeço-te fortemente,tao fortemente que é-me impossivel pensar que algo mais explicito poderia aparecer,especialmente hoje. Quando vi a imagem, como deves calcular, o meu coraçao foi invadido por uma emoçao imensa, e deixa-me que te diga que nao o podias ter feito em melhor altura, e que foi de uma importancia extrema pra mim. Obrigado! Hoje, especialmente hoje, buscava uma resposta, ou talvez simplesmente um impulso, que me fizesse pôr fim a incertezas que me invadem. Tem todo o sentido o que me dizes, sentido ate demais. E vou ficar a pensar nas tuas palavras ate encontrar resposta. Hoje foste aquilo que de mais importante me poderia ter acontecido, talvez mero acaso, mas quando menos esperamos acabamos por cair em coincidencias que se tornam especiais as outros! um beijinho enorme ate à minha resposta.Obrigado lindo*

Saturday, June 16, 2007

Curioso como so damos valor as coisas kuando nao as temos.... Passamos horas e horas, dias e dias, na espera de liberdade, na espera de termos o comando das nossas vidas, na espera pelo controle dos nossos actos, na ânsia de realizar os mais ou menos intimos desejos sem censuras nem proibições, sem opiniões nem comentarios, sem interferencia de alguem k julga ter o poder sobre nos e sobre os nossos actos e pensamentos... Uma busca pela afirmação pessoal, uma luta travada vezes sem conta contra akeles a quem pertencemos, nao porque assim o quisessemos mas porque assim nos calhou, uma luta que por vezes nos leva a cometer injustiças e a provocar a mesma reacção da parte daqueles que atacamos!! Mas o relógio não pára... e um certo dia o ponteiro xegou ao fim de um ciclo, desse ciclo de revoltas e de inseguranças, de desejos e de angustias, de raivas e rebeldias e PARAMOS.... Paramos ao lado deles, em frente a eles, a olhar para eles, e é nesse momento que as censuras se transformam em lagrimas, as discussões em abraços, as discordâncias em beijos, os gritos em silencio, e o inevitável surge para nos... A partir desse dia todos os nossos desejos poderam ser realizados, todas as nossas ambições de pseudo-adultos se poderão concretizar, MAS O RELÓGIO NÃO PÁRA... e é nessa altura que perguntamos a nos mesmos, SOU LIVRE ou ESTOU MAIS SÓ???!!! E é nesse momento que mais uma vez nos surgem as inquietações, não de falta de liberdade mas de SAUDADE, de saudade dakeles que nos impunham limites tornando-nos privados dakilo que nem sequer ja importa, dakilo cujo relogio levou a importancia, saudades dakeles que estavam sempre la, e que mesmo a distancia continuam la, a nossa espera, a espera das nossas novas faltas, das nossas novas carencias, e é AGORA, neste momento que descobrimos quem realmente importa, quem realmente merece que a nossa liberdade sirva para algo que nao so para nada fazer, quem realmente merece o nosso orgulho por tudo o k nos fez sem pedir algo em troca, sem exigir... É neste momento que descobrimos que crescemos, que sentimos que temos responsabilidades, que desejamos voltar a estar comandados por alguem... Mas ao mesmo tempo surge a necessidade de reagir, de fazer algo para que um dia possamos ser nos a comandar a vida de alguem até que o ciclo se repita...e sejamos nos a estar em casa á espera que alguem nos chegue ao fim de semana e nos abraçe de saudade, de orgulho, de agradecimento e de amor... olha linda tenta perceber como uma resposta... espero k consigas!!!!

Wednesday, June 6, 2007

Hoje estou especialmente em estado de espirito azul.chegou ao fim a etapa por que todos tanto lutamos. É verdade, que olhando para o futuro nem faz sentido assim estar, mas quem nao pensa no medo de se desprender do "ninho protector", aquele a que nos moldamos, que nos concedeu apoio mutuo? Foram interminaveis horas criando laços, crescendo com eles, e vincando personalidades, e agora todos pensam o quanto é bom seguir em frente com tudo aquilo que construimos,e o quanto é penoso deixar tudo pra tras tambem. é definitivamente a etapa por que todos anseavamos, mas agora que chegou o momento de pensar que todas as coisas "magicas" sao dificies de largar sentimos aquele nó no peito. E no meio de todo este emaranhado de pensamentos penso que esse nó nao é pela nostalgia de deixar o presente, mas sim de entrar num futuro incerto. mas toda a evoluçao passa por isso mesmo, começar, perdurar e terminar. Estou meio incerta do que sera, do que vira, mas tudo é relativo, e quanto mais nós nos lançarmos ao mundo mais valias ele nos tras. perde-se a incerteza ganhando o incerto, perde-se a dependencia ganhando o vicio de quereres, perde-se a insignificancia ganhando a luta, perde-se o "eu ganhando-se literalmente o mundo inteiro que nos pertence. e por isto digo que a nossa alma nao deve pertencer a nada nem a ninguem, por mais comprensao, amor e compaixao que tenhamos para dar a uma, ou uma multidao de pessoas, é-nos extritamente inconcebivel perder o alento que nos faz ser unicos, que nos faz saber quem e o que se molda a nós. Podemos sim abri-la para quem amamos e para quem necessita, mas, por muito que "pseudòs" pensem que é um acto de egoismo nao da-la, nao, é um acto de definiçao pessoal e que, se todos cumprissem, daria ao mundo o respeito que tanto devemos entre todos e para com ele. Beijinhos meu krido. pensa um pouco neste meu desvaneio*